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Notícias Semanais

A escolha adequada do transporte e material escolar pode evitar acidentes

 

Uma série de decisões acompanha o período de volta às aulas. Tanto o transporte escolar como a compra do material devem ser escolhas conscientes.

Transporte
À pé, de ônibus, van ou bicicleta, é importante que os pequenos estejam cercados de cuidados no trajeto para a escola. Segundo o Ministério da Saúde/Datasus, 2.134 crianças morreram vítimas de acidentes de trânsito em 2007, sendo que 44% correspondem aos atropelamentos. As crianças são mais vulneráveis a este risco por sua dificuldade em julgar a velocidade do veículo e sua baixa noção de espaço. Os responsáveis podem prevenir dando um bom exemplo, orientando e acompanhando-as até que sejam responsáveis.

Na hora de contratar o transporte escolar, os responsáveis devem dedicar tempo para escolher bem o prestador de serviço. É preciso verificar as condições do veículo e da documentação pessoal do motorista, além de buscar referências na escola e no órgão de trânsito local. Se a bicicleta é a melhor opção, o uso dos equipamentos de segurança como capacete, joelheiras e cotoveleiras é essencial.

Nos carros, vans e ônibus, a ONG Criança Segura alerta para a importância do uso do dispositivo de retenção (bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação). Mesmo que a Resolução 277 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de 2008, exclua o transporte escolar e público da obrigatoriedade da cadeirinha, o uso destes equipamentos é a única forma segura de transporte de crianças em veículos. A cadeirinha pode diminuir os riscos de óbito em até 71% em caso de acidente. Pais, educadores e responsáveis podem discutir a questão em suas localidades e levar em conta as vantagens da prevenção.

Material Escolar
Deve ser apropriado à idade da criança, com atenção redobrada a objetos cortantes e partes pequenas que podem ser engolidas, causando sufocação. Massinhas e tintas também apresentam risco de intoxicação. Para atestar a qualidade destes objetos, o Inmetro passará a exigir adequação às normas para artigos escolares a partir de junho de 2012, concedendo mais dois anos até a plena comercialização de produtos seguros em 2014.

Fonte: Criança Segura

http://criancasegura.org.br/profiles/blogs/volta-as-aulas


Diabetes na escola: a adaptação dos pais, filhos e professores

 

A adaptação é o primeiro obstáculo da família. Afinal, qual é a melhor forma de lidar com a situação? A oscilação dos níveis de glicemia na criança que tem diabetes pode acontecer como reflexo dessa adaptação. Nesse sentido, cabe aos pais tomar a frente da situação, esclarecendo dúvidas dos profissionais da escola para que se crie um ambiente positivo e sem discriminação. O ambiente escolar favorece o desenvolvimento saudável da criança com diabetes, oferecendo-lhes as mesmas oportunidades daquelas sem a doença. Para alguém que já tem certos limites e obrigações, criar outros (como adiar a ida à escola) é mais prejudicial.

Os primeiros obstáculos
A preocupação-chave dos pais é se a escola tem condições de cuidar de uma criança que requer cuidado especial. Saber qual é a real infra-estrutura da escola para receber o seu filho é fundamental. O primeiro passo é comunicar à diretora e aos professores da escola que o seu filho tem diabetes. Em geral, os pais são "experts" no assunto e já chegam orientados pelo endocrinologista da criança. O médico deve enviar à escola uma receita com o esquema básico de insulinização, a necessidade de exames de glicemia capilar e a alimentação recomendada. A maior arma dos pais é a informação: Esconder não é uma boa alternativa. Deve-se lembrar que, se os profissionais da escola puderem ser orientados pelos pais a terem uma postura adequada, sem discriminação, todos encararão a situação de forma normal.

De olho na hipoglicemia e na hiperglicemia
Transpiração excessiva, palidez, mal-estar, tonturas e desmaios. Esses são os principais sintomas de hipoglicemia, que podem aparecer devido a erro na medicação, atraso em se alimentar ou muito exercício físico sem monitorização. Também é necessário orientar aos profissionais da escola quanto às aulas de educação física: Antes de iniciar o exercício, é bom medir a glicemia. Se normal ou baixa, dar um copo de suco de laranja ou alguma coisa para comer, já que durante o exercício a criança pode ter uma hipoglicemia. O professor deve estar atento em relação às queixas de uma criança com diabetes. No caso de a glicemia estar elevada (hiperglicemia), o mais prudente é comunicar à família. Se houver a necessidade de aplicação de insulina na escola (o que não é comum), ou um familiar vai até a escola ou um funcionário da escola o faz. Com a glicemia alta é bom o aluno ir para casa. Se a criança faz as suas refeições na escola, é preciso avisar quanto as suas restrições, principalmente em relação aos açúcares, que devem ser substituídos por adoçante.

Dicas aos pais em ambiente escolar
1)Antes do início das aulas, converse com orientadores, professores (em especial com o professor de educação física) e merendeira da escola para dar informações sobre o diabetes e sobre os cuidados necessários para um bom controle glicêmico.

2)Uma das dicas é o uso do "Cartão do Diabetes", que pode ser fornecido pelo endocrinologista (também está disponível no site http://www.diabetes.org.br" .

3)É importante deixar à mão dos profissionais da escola os telefones de contato dos pais e do médico para qualquer emergência.

4)Deixar material informativo sobre o diabetes, principalmente sobre os sintomas de hipoglicemia.

5)Manter, na mochila da criança, a carteirinha do plano de saúde e o contato do médico.

6) Saber com o médico que atende a criança sobre a necessidade de tomar insulina na escola e informar-se junto à instituição se há um profissional apto a aplicá-la.

7) Descrever aos profissionais da escola o comportamento da criança durante uma crise de hipoglicemia. Ressalte que cada criança apresenta um conjunto de sinais característicos: umas ficam sonolentas, outras agitadas, ou podem ficar pálidas e até "estranhas".

8) Alerte também sobre as queixas da criança, que devem ser levadas a sério e não vistas como subterfúgios para sair da classe.

9) Lembrem-se que há a necessidade de as suas instruções serem as mais claras e objetivas possíveis.

10) Os pais precisam estar sempre disponíveis para esclarecer quaisquer informações.

http://www.idj.org.br/idj/index.php?option=com_content&view=article&id=86&Itemid=1


O lanche escolar:como preparar uma lancheira saudável

 

Hoje nós encontramos um grande crescimento da obesidade infantil. E com certeza a alimentação escolar influência muito nisso.

Mas tudo tem um jeitinho. Existe um meio termo para essa dificuldade. Seguem algumas dicas que irá ajudar:

- negociar um dia na semana para a criança escolher o que preferir levar de lanche. De preferência no meio da semana para ficar distante do final de semana que já entram alguns abusos na alimentação;

- evitar monotomia de opções. Procure variar o máximo possível as opções de lanches e as cores, para que a criança sinta prazer e desejo de comer;

- evitar levar iogurtes ou produtos que necessitam de refrigeração. São alimentos fáceis de estragar e dificilmente as escolas tem um refrigerador para armazenar o lanche;

- sempre coloque uma fruta na lancheira. Mas deixe com que a criança participe da escolha de qual fruta ela quer levar no dia. Se ela não quiser nenhuma, escolha frutas que não estragam com facilidade e envie junto na lancheira. Se a criança não comer na escola, ela comerá em uma outra oportunidade;

- sempre pergunte dos lanchinhos dos colegas. Assim ficará mais fácil identificar quando o seu filho comeu algo do amigo. As trocas de lanches escolares são comuns, mas para crianças com obesidade isso pode agravar mais o ganho de peso;

- além da fruta é necessário levar uma opção de carboidrato que são responsáveis pela energia. Coloque na lancheira pães integrais, bisnaquinha integral, wrap (novidade no Brasil,mas as crianças adoram), barras de cereais, biscoitos integrais;

- as geléias de frutas e polenguinho são boas opções de passar no pão por não precisarem de refrigeração;

- quando for biscoitos ou bolachas não deve colocar na lancheira o pacote inteiro. Sempre separa as porções de 4 a 5 biscoitos para não correr o risco da criança passar da quantidade adequada;

- orientar a criança quando ela for consumir salgados da cantina, escolher os assados e evitar as massas folhadas. O pão de queijo, enroladinho, esfiha e torta são boas opções.

- sempre coloque uma garafinha de água na mochila. As crianças esquecem de beber água. Avise a professora para lembrar o seu filho de tomar a água.

- os achocolatados possuem muita gordura e açúcar. Evite colocá-los todos os dias na lancheira.

A seguir algumas sugestões de combinações, mas lembrem-se que cada criança tem uma necessidade energética diferente e em alguns casos patologias específicas que necessitam de alimentos difirentes. Sempre consulte um profissional Nutricionista para saber a melhor opção no caso do seu filho.

Sugestões

Opção 1:
3 bisnaguinhas integrais com geléia de morango, 1 caixinha de achocolatado e 1 maçã.

Opção 2:
5 cookies integrais, 1 caixinha de suco de soja com sabor de fruta e 1 banana.

Opção 3:
3 torradas integrais com geléia de uva, 1 caixinha de achocolatado e 1 pêra.

Opção 4:
1 barra de cereais, 1 caixinha de suco de soja com sabor de fruta e 1 goiaba.

Opção 5:
1 lanche de pão integral com queijo precessado que não precisa de refrigeração e suco de fruta de caixinha.

Dica:
Existem marcas interessantes de produtos naturais. Dê uma olhadinha que vocês encontrarão excelentes sugestões saudáveis, gostosas e apetitosas!

Fonte: Nutricionista Cristiane Mara Cedra - CRN3 19470

http://www.anutricionista.com/lanche-escolar-saudavel.html


Fazendo a lição de casa:como economizar na compra do material escolar

 

As listas de materiais são extensas e para auxiliar o consumidor, o Idec ((Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) preparou uma série de dicas que farão toda a diferença na hora ao calcular os gastos com a compra do material escolar.

Em primeiro lugar, os pais devem fazer um levantamento de todo o material que sobrou do ano anterior e ver que ainda pode ser utilizado. Mochilas, estojos, lápis de cor e até cadernos que ficaram em branco podem ser usados novamente se estiverem bem conservados. Após efetuar esse "inventário", o consumidor poderá verificar o que será realmente necessário comprar.

Antes de comprar os itens da lista, repare nos preços de cada loja. Segundo uma pesquisa do Procon-SP realizada entre os dias 4 e 6 de janeiro desse ano, somente na capital paulista a diferença de preços pode chegar a 163%. Por isso, vale a pena pesquisar bastante, pelo menos em três lojas diferentes e em sites de lojas na internet. Mas fique atento: na busca pelo menor preço, não se esqueça de prestar atenção na qualidade do produto.

Para quem deseja economizar ainda mais, a orientação é tentar negociar os preços ou a forma de pagamento. Evite pagar com cheque ou cartão de crédito para diminuir o risco de futuras dívidas. Se esse tipo de pagamento é sua melhor ou única opção, procure programar o seu orçamento e verificar o quanto realmente pode gastar com a compra do material. Outra dica é realizar as compras em conjunto com outros pais. No atacado, a economia gerada pode valer a pena.

No momento da compra, não se deixe levar pelo desejo das crianças, pois elas tendem a se interessar por produtos com logotipos, personagens e acessórios licenciados - geralmente mais caros. O melhor mesmo é comprar sem a presença dos seus filhos.

Procure adquirir apenas o básico, o realmente necessário. Deixe o período pós-volta às aulas para comprar os materiais que faltarem, pois a tendência é que os preços diminuam.

Ao finalizar as compras, peça a nota fiscal. Além de ajudar a controlar o orçamento, é ela que comprova a compra do material e garante seu direito de troca em caso de defeito.

Práticas abusivas

Redobre a atenção com os itens presentes na lista de materiais. A escola não pode solicitar a compra de produtos de higiene ou limpeza, materiais de uso coletivo, cobrar taxas para suprir despesas com água, luz e telefone, exigir a aquisição de produtos de marca específica e determinar a loja ou livraria onde o material deve ser comprado. Quanto ao uniforme, somente se a escola possuir uma marca licenciada poderá exigir que a compra seja realizada em um local específico.

Transporte Escolar

Para os pais que, por falta de possibilidade ou de tempo, não podem levar seus filhos à escola e precisam utilizar o serviço de transporte escolar, algumas dicas devem ser observadas antes de contratar o serviço.

Quanto ao condutor
Verifique se possui a habilitação na categoria tipo D, o curso de transportador escolar, concedido pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e licença para trabalhar. O motorista do veículo escolar deve possuir mais de 21 anos, não ter cometido nenhuma infração gravíssima no trânsito ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos 12 meses. Para saber mais informações sobre o condutor, pode-se solicitar ao motorista o número de sua licença e checar no Departamento de Transportes Públicos de sua cidade (órgão geralmente ligado à Secretaria de Transportes da prefeitura), se ele está autorizado a circular.

Quanto ao veículo
Deve estar em boas condições de uso e higiene, possuir placa vermelha, autorização do Denatran fixada no lado interno e em local visível, registro com número de passageiros, extintor de incêndio com capacidade mínima de quatro quilos, limitadores de abertura de vidros, dentre outros itens. Para maior segurança de seu filho, procure pedir referência a outros pais sobre o condutor do veículo.

Com esses cuidados, a volta às aulas será bem mais tranquila para você e para o seu filho

Fonte: escritório Almeida, Soares & Albeny Advogados Associados

http://www.asaadvogados.adv.br/noticias_detalhes.php?Cod=4487

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