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O diabetes e a gripe suína
Postado em: 10/03/10 - Por: Rose Passos


Olá! Muito bom estar de volta nesta quarta-feira de muito calor! Todos bem? Espero que sim!

Pois é... A gripe suína tem deixado muita gente preocupada, com medo de ser contaminado. E quando a gente ConVive com o Diabetes, acaba sempre se perguntando se isso faz alguma diferença ou agrava o perigo.

A mídia tem deixado bastante claro que há complicações para um chamado grupo de risco, e nesse grupo, quem tem diabetes está incluído.

O Dr. Mauro Scharf, fundador do Centro de Diabetes de Curitiba, afirma que os fatores de risco da gripe suína que pode evoluir para óbito por meio do vírus Influenza A/H1N1, envolvem:

. Idade menor que 2 anos ou maior que 60;

. Doenças pulmonares;

. Complicações cardíacas;

. Insuficiência renal crônica;

. Hemoglobinopatias;

. Gravidez;

. Obesidade e sobrepeso;

. Imunossupressão primária ou adquirida e

. Diabetes Mellitus.

No caso do diabetes, a complicação se deve à dificuldade do controle glicêmico ante qualquer infecção. Sabemos que um simples resfriado já altera o controle da glicemia.

Há muitas pessoas que acreditam que o fato de ter diabetes por si só já seja uma pré-disposição para se adquirir a gripe suína. Esta é uma inverdade. É fato que o sistema imunológico de quem tem diabetes e não possui um rígido controle da glicemia fica abalado e com isso o indivíduo fica mais exposto a contrair qualquer tipo de doença oportunista.

Quem ConVive com o Diabetes e controla muito bem a sua glicemia, não possui prejuízos ao seu sistema imunológico. Mas o controle glicêmico tem que ser extremo.

Qualquer doença que afete quem tem diabetes, por si só já pode aumentar a taxa glicêmica, dificultando o controle e muitas vezes necessitando do ajuste das doses de insulina para combater possíveis hiperglicemias.

A gripe suína, assim como qualquer outro processo gripal, pode desenvolver a inapetência e com as doses de insulina aumentadas, tornar o portador de diabetes suscetível a processos hipoglicêmicos. Por isso é importante não deixar de se alimentar, mesmo que sejam alimentos leves. O corpo precisa receber nutrientes que o fortaleçam e que dêem munição para o sistema imunológico.

Os sintomas abaixo podem, sozinhos ou associados, representar um processo de gripe:

- Dor de cabeça,

- Vômitos e Diarréia,

- Dores musculares,

- Dores nas articulações,

- Tosse,

- Dor de Garganta ,

- Febre Acima de 37,5ºC

Porém, se os sintomas seguintes, sozinhos ou associados, surgirem, quem tem diabetes precisa procurar orientação médica, pois podem representar o acometimento pela gripe suína:

- Falta de Ar,

- Tontura,

- Fraqueza,

- Desidratação,

- Febre acima de 38ºC (Para quem não tem diabetes, febre acima de 39ºC).

Caso você se sinta indisposto, procure medir a sua glicemia pelo menos a cada 4 horas. Ingira mais líquidos e tente se alimentar o mais normalmente possível. Pese-se todos os dias para evitar perda de peso acentuada e repentina. Meça sua temperatura todos os dias, de manhã e à tarde, pelo menos.

Mesmo que não consiga se alimentar corretamente, continue tomando sua insulina ou medicamento oral, pois a tendência é sempre de fazer hiperglicemia, mas não esqueça de monitorar constantemente.

Amanhã vamos analisar se a vacina é mesmo a melhor opção para quem tem diabetes.

Beijão e até lá!

Portais consultados:

http://blog.adj.org.br/2009/08/24/diabetes-e-
gripe-ah1n1-quais-os-riscos/

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009
/07/17/e170711697.asp

http://cienciaevida.atarde.com.br/?p=3415

http://www.copacabanarunners.net/gripe-
suina-diabetes.html

http://2.bp.blogspot.com/_fs9BdaajYUY/SnHrME2CJRI/AAAAAAAAAD0/
HLfCJ_bFT6k/s1600-h/CNT_EXT_157845.jpg

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O surgimento da gripe suína
Postado em: 09/03/10 - Por: Rose Passos


Olá! Espero que todos estejam muito bem!

Parabéns pelo níver das minhas amigas Rosana - fouuuuufa de SP; da Marlene Fontes - mto cuti-cuti; e da Ana Regina lá de Tupã - SP. Todas atualizando a idade. Felicidades mil, meninas!

Noutro dia, minha amiga Thais, linda de Marília – SP, comentou comigo a importância de focarmos os cuidados e perigos da Gripe Suína e buscarmos o esclarecimento sobre ela. E, de fato, temos ouvido falar muito, outra vez, na Gripe Suína. Ou Gripe A, ou ainda a Influenza H1N1. E, certamente, há mais outros nomes para identificar essa doença, que até de ‘gripe porcina’ já ouvi chamarem.

Há um ano atrás a população mundial estava atenta aos números crescentes de pessoas atingidas pelo vírus H1N1, da Gripe Suína. Deu início no México, espalhou-se para os Estados Unidos; surgiu na Europa, na Ásia e então os primeiros números de vítimas começaram a ser registrados no Brasil também.

O vírus da Gripe A foi isolado pela primeira vez em um porco – daí o nome Gripe Suína – em 1930. Mas há uma variação do vírus, como ocorre com os vírus da gripe comum que exige a modificação das vacinas a cada ano. Atualmente foram identificadas quatro classes de vírus da Gripe Suína. A classe mais conhecida é do H1N1, mas existem também as classes H1N2, H3N2 e H3N1. Isso ocorre quando os porcos são infectados por vírus de gripes diferentes, como o da gripe aviária e o da gripe humana. Forma-se uma mistura genética dando origem a novas classes.

Apesar desse número de vírus e a possibilidade do aumento de tipos e classes, não há motivos para nos alarmarmos. Motivos temos – sempre - para estarmos atentos e trabalharmos com a prevenção sempre.

Apesar de ser oriundo de porcos, a gripe suína não é transmitida ao ser humano por meio do consumo da carne de porco. Quando a carne de porco é aquecida a 70º Celsius, o vírus é destruído.

O vírus original não infectava humanos, mas uma de suas mutações acabou dando origem ao contágio humano por meio do contato direto entre homens e porcos e devido às variações de classe, o vírus passou a ser transmitido de pessoa para pessoa.

O contágio se dá por meio do contado com as secreções derivadas de tosse ou espirro de pessoas infectadas.

Quando éramos crianças, nossas mães costumavam nos aconselhar a não compartilhar copos e mordidas coletivas no mesmo lanche ou dividir o sorvete com os coleguinhas para não pegarmos ‘sapinho’... ou ‘boqueira’... Hoje os ‘perigos’ são maiores. Mas não se restringem à divisão do lanche entre os colegas.

Por isso a higiene é imprescindível. Água e sabão para lavarmos as mãos e fazê-lo com frequência. E quando isso não for possível – hoje já virou moda – fazer uso do álcool 70º em gel mesmo para eliminarmos possíveis vestígios de vírus que possam nos contaminar.

Amanhã saberemos quais são os riscos da Gripe Suína para quem tem diabetes.

Você toma algum cuidado para evitar o contágio da gripe suína?

Beijos e até amanhã!

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